SITESE

SITESE VOLTA A APOIAR O EVENTO REAL GROOVEYARD EM VILA REAL

No próximo dia 2 de abril, o SITESE volta a patrocinar o evento Real GrooveYard, que terá lugar no Centro Cultural de Lordelo, em Vila Real, com início marcado para as 21h30. O Real GrooveYard tem vindo a afirmar-se como um espaço de encontro entre música, cultura e comunidade, promovendo a participação cultural no interior do país e contribuindo para a dinamização artística da região. Cultura no interior e apoio a artistas emergentes A iniciativa destaca-se pelo apoio a artistas emergentes, criando oportunidades para novos projetos musicais e proporcionando ao público local o acesso a propostas culturais diversificadas. Eventos desta natureza são fundamentais para: valorizar a criação artística fortalecer a atividade cultural no interior promover novos talentos incentivar a participação da comunidade local Cultura, comunidade e responsabilidade social Ao associar-se a iniciativas culturais como o Real GrooveYard, o SITESE reforça o seu compromisso com a comunidade e com a promoção da cultura. A dinamização cultural, especialmente fora dos grandes centros urbanos, contribui para: fortalecer a vida cultural local estimular a economia criativa aproximar trabalhadores, artistas e comunidade 📍 Informações do evento 📅 Data: 2 de abril ⏰ Hora: 21h30 📍 Local: Centro Cultural de Lordelo – Vila Real 🎫 Entrada Gratuita O SITESE convida todos os interessados a participar nesta iniciativa cultural e a apoiar o talento emergente.

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LUSA – TRABALHADORES APRESENTAM PRÉ-AVISO DE GREVE CONTRA PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO

Os trabalhadores da Agência Lusa decidiram apresentar pré-aviso de greve parcial, após reunião em plenário realizada a 26 de fevereiro de 2026. A decisão surge em protesto contra a forma como o Governo tem conduzido o processo de reestruturação da empresa e a implementação de um novo modelo de governação, considerado pelos trabalhadores como pouco transparente e sem ter em conta a opinião de quem assegura diariamente o funcionamento da agência noticiosa. Preocupações com independência editorial Os trabalhadores manifestam preocupação com os riscos de influência política e de governamentalização introduzidos pelos novos estatutos. Na perspetiva dos profissionais da agência, estas alterações contrariam princípios fundamentais como: a independência editorial dos jornalistas, consagrada na Constituição da República Portuguesa; os princípios estabelecidos pelo Regulamento Europeu da Liberdade dos Meios de Comunicação Social. A independência da informação é um elemento essencial numa sociedade democrática e um pilar da credibilidade do jornalismo. Greve parcial no dia 12 de março Perante este cenário, os trabalhadores decidiram avançar com uma greve parcial de quatro horas, abrangendo todos os trabalhadores da Lusa. Data: 12 de março Horário: das 10h às 14h A paralisação pretende alertar para os riscos associados às alterações propostas e exigir um processo mais transparente e participativo. O SITESE acompanha os trabalhadores neste processo e reafirma a importância de preservar a independência da informação e o respeito pelos profissionais que garantem diariamente o funcionamento da agência. Onde há negociação coletiva, há progresso. Onde há SITESE, há defesa dos trabalhadores. DOWNLOAD DO PRÉ-AVISO

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SEGURANÇA PRIVADA – TRABALHADORES NÃO ESTÃO SOZINHOS

O SITESE denuncia mais uma situação grave de incumprimento no setor da segurança privada. Algumas empresas continuam a falhar na sua obrigação mais básica: pagar o salário aos trabalhadores dentro do prazo legal. Receber o salário até ao último dia útil de cada mês não é um capricho. É um direito consagrado no Contrato Coletivo de Trabalho e uma obrigação legal das empresas. Trabalhadores novamente sem salário As empresas PSG e COPS voltam a deixar trabalhadores e respetivas famílias numa situação de enorme incerteza. Não é a primeira vez que estas empresas falham no pagamento de salários. O mês de fevereiro é mais um exemplo de incumprimento, colocando trabalhadores numa situação de grande instabilidade. Quando o salário não é pago: as contas continuam a chegar as famílias continuam a depender desse rendimento a ansiedade e a insegurança aumentam Palavras bonitas não pagam contas. SITESE exige regularização imediata Desde o primeiro momento, o SITESE tem pressionado as empresas PSG e COPS para regularizarem os valores em dívida. O sindicato exige: pagamento imediato dos salários em atraso fim da instabilidade que afeta trabalhadores e famílias respeito pelos direitos previstos no Contrato Coletivo de Trabalho O SITESE continuará a agir até que a situação esteja totalmente regularizada. Trabalhadores podem ser chamados a agir Os trabalhadores conhecem a postura do SITESE: privilegiamos o diálogo construtivo, mas sabemos também endurecer as exigências quando necessário. Se a PSG e a COPS persistirem no incumprimento, os trabalhadores poderão ser chamados a fazer ouvir a sua voz junto destas empresas e junto do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. É fundamental que todos estejam preparados. Nenhum trabalhador está sozinho O SITESE continuará ao lado dos trabalhadores da segurança privada até que esta situação seja resolvida. DOWNLOAD DO COMUNICADO

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SITESE REÚNE COM GRUPOS PARLAMENTARES PARA PÔR FIM A “DESIGUALDADE INACEITÁVEL”

Lei n.º 26/2025 mantém trabalhadores da segurança privada desprotegidos O SITESE – Sindicato dos Trabalhadores do Setor de Serviços, tem desenvolvido no últimos anos um conjunto de iniciativas para promover os direitos dos Seguranças Privados, seja pelo conhecimento público das suas dificuldades seja na Negociação Coletiva ou intervindo junto dos decisores políticos procurando que a Lei se faça igual para todos os trabalhadores. Nas últimas semanas, o SITESE tem promovido reuniões com os Grupos Parlamentares na Assembleia da República com o objetivo de corrigir uma grave desigualdade que se mantém mesmo após a publicação da Lei n.º 26/2025, de 19 de março, que define como crime público as agressões a agentes de segurança pública, guardas prisionais, bombeiros, agentes de proteção civil ou trabalhadores das Escolas entre outros, mas não inclui os trabalhadores da segurança privada. “É incompreensível que, por exemplo, um segurança privado num hospital, que garante a segurança de utentes e profissionais de saúde e intervém em situações de violência, não tenha a mesma proteção jurídica em caso de agressão que outros profissionais em iguais circunstâncias”, defende José Filomeno, presidente da direção, após mais uma ronda de reuniões na Assembleia da República. José Filomeno considera que esta diferença de tratamento que afeta todos os profissionais da Segurança Privada viola princípios básicos de igualdade e justiça e foi precisamente essa a posição que transmitiu nas várias reuniões já realizadas. O SITESE sublinha que não é aceitável que um trabalhador da Segurança Privada seja mais exposto pela lei, em caso de agressão, do que outros agentes que desempenham funções igualmente relevantes para a segurança coletiva. Com a atual lei, uma mesma agressão, perpetrada nas mesmas circunstâncias, é crime público se o agredido for um bombeiro, mas, se a vítima for um trabalhador da Segurança Privada, a intervenção legal depende sempre de queixa do ofendido. Esta diferenciação viola princípios fundamentais de igualdade, justiça e valorização do trabalho, desconsiderando o papel essencial que a Segurança Privada desempenha como complemento, tal como diz a Lei, do sistema de segurança pública.Por tudo isto, o SITESE continua a sensibilizar os partidos com assento parlamentar para a necessidade premente de alteração do Código Penal, de forma a incluir explicitamente os trabalhadores da Segurança Privada sob o regime de crime público, garantindo-lhes a proteção jurídica adequada e o devido reconhecimento institucional. A resolução desta injustiça representaria um passo decisivo na valorização profissional e na dignificação dos trabalhadores deste setor, configurando uma medida de elevado alcance social, ainda que sem impacto de natureza pecuniária. O SITESE continuará a intervir junto das entidades políticas e institucionais até que seja implementada a igualdade e assegurada a proteção de milhares de trabalhadores que, todos os dias, se colocam em risco acrescido ao serviço de todos. Os dirigentes sindicais deixam claro, não aceitar que os trabalhadores da Segurança Privada continuem a ser tratados como profissionais de segunda linha, lembremos quando a sua intervenção permanente foi considerada incontornável durante a pandemia de COVID 19.O SITESE já reuniu com representantes dos grupos parlamentares do Partido Socialista, do Partido Comunista Português, do Chega e do Partido Social Democrata, mantendo-se empenhado no acompanhamento deste processo. O Sindicato acredita existir abertura política para corrigir uma situação que considera profundamente injusta para milhares de trabalhadores do setor.

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FACILITY SERVICES- TABELA SALARIAL 2026

Foi publicada a alteração da tabela salarial e das cláusulas de expressão pecuniária para 2026, no âmbito do Contrato Coletivo de Trabalho celebrado entre o SITESE e a Associação Portuguesa de Facility Services (APFS). Este CCT abrange um conjunto vasto de atividades essenciais ao funcionamento de empresas e instituições, nomeadamente: Higiene e limpeza em edifícios Limpeza de equipamentos industriais e outras instalações Pest control, desinfestação, desratização e similares Plantação e manutenção de jardins Serviços administrativos e de apoio às empresas (receção, atendimento telefónico, secretariado) O que contempla esta publicação? Atualização, entre outras, das cláusulas de expressão pecuniária, nomeadamente:  Melhoria da tabela salarial para 2026  Aumento do subsídio de alimentação Aumento do subsídio de risco nos hospitais Num setor muitas vezes invisível, mas absolutamente essencial ao funcionamento diário da economia, estas atualizações representam um pequeno reforço importante na valorização dos trabalhadores. Um setor essencial — frequentemente invisível São estes profissionais que asseguram: A limpeza e higienização de hospitais, escolas, empresas e edifícios públicos A segurança sanitária através de serviços de desinfestação A manutenção de espaços verdes O funcionamento administrativo de inúmeras organizações Sem estes trabalhadores, as estruturas simplesmente não funcionam. Valorizar este setor é reconhecer o seu papel estratégico na saúde pública, na organização empresarial e no bem-estar coletivo. Num setor caracterizado por forte concorrência empresarial e pressão contratual, a contratação coletiva garante estabilidade, regras uniformes e proteção dos trabalhadores,. A organização coletiva continua a ser o instrumento mais eficaz para assegurar progresso real. Onde há negociação coletiva, há progresso. Onde há SITESE, há defesa dos trabalhadores. DOWNLOAD DA TABELA SALARIAL

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RESTAURAÇÃO E BEBIDAS – TABELA SALARIAL 2026

O setor da restauração e bebidas é um dos mais exigentes do país. Horários prolongados, trabalho ao fim de semana, pressão constante, contacto direto com o público e uma intensidade diária que poucos setores conhecem. Foi neste contexto que foi publicada a revisão global do Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) celebrado entre o SITESE e a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), aplicável ao setor da restauração e bebidas. Mais do que uma atualização técnica, esta revisão representa um conjunto de mudanças com impacto real na vida dos trabalhadores. Um sinal de reconhecimento: o dia de aniversário Entre as alterações introduzidas, destaca-se uma medida com forte simbolismo: dispensa sem perda de retribuição no dia de aniversário do trabalhador. Num setor onde o tempo pessoal é frequentemente sacrificado, esta medida assume um valor que vai além do salário — é um sinal de reconhecimento da pessoa para além da função. Valorização salarial e atualização de prestações A revisão contempla igualmente: Aumento da tabela salarial Atualização do abono de falhas Atualização do prémio de línguas Atualização do subsídio de transporte Revisão de outras cláusulas contratuais relevantes Num setor onde o contacto com clientes internacionais é frequente, onde o trabalho em caixa envolve responsabilidade acrescida e onde os custos de deslocação são uma realidade diária, estas atualizações têm impacto concreto no rendimento mensal. Um setor que cresce — e que exige equilíbrio A restauração é uma atividade estratégica para a economia nacional e para o turismo. Mas o crescimento do setor tem de ser acompanhado por condições de trabalho equilibradas e justas. A contratação coletiva é precisamente o mecanismo que permite transformar crescimento económico em progresso laboral. Sem negociação, as condições estagnam. Com negociação, há evolução estruturada. Organização coletiva é futuro Esta revisão global demonstra que a organização sindical continua a ser determinante para atualizar direitos, adaptar cláusulas à realidade atual e reforçar a proteção dos trabalhadores. Num setor onde a disponibilidade é constante, é fundamental que existam regras claras, direitos definidos e acompanhamento efetivo. Onde há negociação coletiva, há progresso. Onde há SITESE, há defesa dos trabalhadores. DOWNLOAD DA TABELA SALARIAL

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HOTELARIA DE PORTUGAL – TABELA SALARIAL 2026

Foi publicada a revisão global do Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) celebrado entre o SITESE e a AHP – Associação da Hotelaria de Portugal, contemplando aumentos salariais na ordem dos 5%. Esta revisão representa um passo importante na valorização dos trabalhadores do setor da hotelaria, num contexto em que o custo de vida continua a exercer forte pressão sobre os rendimentos. O que prevê esta revisão? A revisão global agora publicada inclui: Atualização das tabelas salariais com aumentos na ordem dos 5% Ajustamentos em matérias contratuais relevantes Reforço da contratação coletiva no setor A negociação coletiva continua a ser o instrumento fundamental para garantir que o crescimento do setor se traduz também em melhores condições para quem nele trabalha. Um setor estratégico que exige valorização  A hotelaria é um dos pilares da economia nacional. O esforço, a dedicação e a disponibilidade permanente dos trabalhadores do setor devem ser reconhecidos através de salários dignos e condições de trabalho justas. Esta revisão demonstra que a organização coletiva dos trabalhadores permite alcançar resultados concretos. Onde há negociação coletiva, há valorização. Onde há sindicato, há defesa dos direitos. DOWNLOAD DA TABELA SALARIAL

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SETOR AUTOMÓVEL – TABELA SALARIAL 2026

Foi publicado o Contrato Coletivo de Trabalho (CTT) celebrado entre o SITESE e as associações ACAP, ANECRA e ARAN, que passa a regular as condições de trabalho dos trabalhadores abrangidos. Este CCT inclui as tabelas salariais para 2026, bem como a atualização de matérias remuneratórias, reforçando a proteção dos trabalhadores através da contratação coletiva. O que prevê este Contrato Coletivo de Trabalho? O CCT agora publicado estabelece, entre outros aspetos: Tabelas salariais aplicáveis em 2026 Abono para falhas no valor de 26,50€ Regras claras e negociadas para as relações laborais Maior segurança e previsibilidade para os trabalhadores Estes avanços resultam do processo de negociação coletiva, que continua a ser o principal instrumento para garantir salários, direitos e condições de trabalho mais justas. A Contratação Coletiva é proteção no dia a dia DOWNLOAD DA TABELA SALARIAL

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HOSPOR – HOSPITAL DA LUZ – CONDENADO A APLICAR DECISÃO

Por sentença proferida em 10 de dezembro de 2025 pelo Tribunal Judicial daComarca de Setúbal, Juízo do Trabalho, foi reconhecido o direito dos trabalhadores do Hospital da Luz de Setúbal, associados do SITESE, à aplicação da decisão arbitral publicada no Boletim do Trabalho e Emprego (BTE) n.º 24 de 29/06/2012, no período compreendido entre julho de 2012 e julho de 2025. Esta decisão representa uma importante vitória para o SITESE e para todos os trabalhadores seus associados, pois confirma que a HOSPOR – Hospitais Portugueses, S.A. está obrigada a aplicar as condições previstas na referida decisão arbitral, não tendo sido aceite o argumento da empresa de que outras convenções coletivas seriam aplicáveis no mesmo período. O Tribunal reconheceu que, até à celebração de novo instrumento deregulamentação coletiva em 2025, vigorou a decisão arbitral, sendo esta de aplicação obrigatória aos trabalhadores representados pelo SITESE. DOWNLOAD DO COMUNICADO

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PAUTA DE FLORES – VITÓRIA PARA TRABALHADORAS LACTANTES

Como é do conhecimento de todos, o SITESE tem mantido conversações com a vossa entidade empregadora – PAUTA DE FLORES com o objetivo de serem regularizadas e uniformizadas situações que, em nosso entender, contrariam o AE e a Lei. Uma das quais, a questão do gozo da dispensa para amamentação ser diferente para trabalhadoras em regime de tempo parcial ou em regime de tempo completo. Após diversas reuniões e argumentações de um e outro lado, comunicamos que a entidade empregadora decidiu que todas as trabalhadoras lactantes irão usufruir de duas horas diárias de dispensa para amamentação, independentemente da sua carga horária. DOWNLOAD DO COMUNICADO

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