trabalho digno

25 DE ABRIL, A LIBERDADE FOI APENAS O COMEÇO

Celebramos hoje mais um aniversário do 25 de Abril, a revolução que nos trouxe a Constituição da República Portuguesa, documento basilar da nossa democracia que celebrou, recentemente, o seu cinquentenário. No 25 de Abril e na nossa Constituição alicerçamos uma sociedade livre para pensar, agir e lutar. E essa luta, por ser feita em liberdade, é uma escolha de todos e de cada um de nós. Coletiva e individualmente, definimos o caminho que queremos seguir, conscientes de que é pela vontade de mudança que fazemos parte, diariamente, de uma revolução ainda em construção. No SITESE, olhamos para o dia 25 de Abril de 1974 como a via de acesso a uma estrada no sentido do progresso. Essa visão impede-nos de olhar para trás, para um tempo em que certas profissões estavam apenas ao alcance dos homens, as reuniões associativas eram proibidas ou no qual não existiam salário mínimo, subsídios de férias ou de Natal. Mas também nos incentiva ao não conformismo e a exigir novas e melhores condições para o nosso trabalho e para a nossa vida. Hoje, a proliferação do uso da inteligência artificial com a galopante redução da necessidade de trabalho humano em certos setores pressionam o movimento sindical na tentativa de o fazer aceitar retrocessos nos vínculos laborais, nos horários e na proteção dos trabalhadores. Procura-se convencer os trabalhadores de que cabe apenas a si resolver os problemas laborais e sociais da evolução tecnológica, com a solução comum a todas as crises: reduzir o valor do trabalho e sacrificar a vida pessoal e familiar.  Essa solução “simples” manifesta uma falta de visão humanista e de um plano de longo prazo. Sacrifica-se o elo mais fraco, agravando um contexto social global em que o ser humano parece ser cada vez menos relevante quando confrontado com outros conceitos muito mais abstratos.  Assim, na celebração do 52.º aniversário da Revolução dos Cravos, o SITESE reafirma o seu compromisso perante todos e todas que representa diariamente: continuaremos a contribuir positivamente para construir Abril e a trabalhar por uma sociedade progressista, focada nas pessoas, nas suas necessidades e nas suas legítimas ambições de progresso. 25 de Abril, sempre! José Filomeno, Presidente da Direção Carlos Pereira, Presidente do Conselho Coordenador

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GRANDE DISTRIBUIÇÃO – PRÉ-AVISO DE GREVE NO DIA 1 DE MAIO

Foi declarado pré-aviso de greve nas empresas filiadas na APED – Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição, aplicável a todos os trabalhadores do setor. A greve terá lugar no dia 1 de maio de 2026, com início às 00h00 e termo às 24h00. Fundamentos da greve Esta paralisação assume um significado especial por coincidir com o Dia Internacional do Trabalhador, sendo convocada com base nos seguintes princípios: defesa do trabalho digno necessidade de aumento dos salários proteção e valorização dos direitos dos trabalhadores promoção da conciliação entre a vida profissional e familiar respeito pelo Dia Internacional do Trabalhador – 1.º de Maio Um setor essencial que exige valorização Os trabalhadores da distribuição desempenham um papel central no funcionamento da economia e no abastecimento diário da população. A exigência do setor, marcada por: horários intensos trabalho ao fim de semana pressão constante Reforça a necessidade de melhores condições de trabalho e de uma valorização efetiva. 1.º de Maio: mais do que uma data O 1.º de Maio é um momento simbólico de afirmação coletiva. A greve convocada neste dia representa: a continuidade da luta por melhores condições a afirmação da dignidade no trabalho a defesa de um futuro mais equilibrado para os trabalhadores A força coletiva faz a diferença A participação dos trabalhadores é essencial para dar força a esta reivindicação. Onde há negociação coletiva, há progresso. Onde há SITESE, há defesa dos trabalhadores. DOWNLOAD DO COMUNICADO

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