Author name: Marta Soares

SITESE VOLTA A APOIAR O EVENTO REAL GROOVEYARD EM VILA REAL

No próximo dia 2 de abril, o SITESE volta a patrocinar o evento Real GrooveYard, que terá lugar no Centro Cultural de Lordelo, em Vila Real, com início marcado para as 21h30. O Real GrooveYard tem vindo a afirmar-se como um espaço de encontro entre música, cultura e comunidade, promovendo a participação cultural no interior do país e contribuindo para a dinamização artística da região. Cultura no interior e apoio a artistas emergentes A iniciativa destaca-se pelo apoio a artistas emergentes, criando oportunidades para novos projetos musicais e proporcionando ao público local o acesso a propostas culturais diversificadas. Eventos desta natureza são fundamentais para: valorizar a criação artística fortalecer a atividade cultural no interior promover novos talentos incentivar a participação da comunidade local Cultura, comunidade e responsabilidade social Ao associar-se a iniciativas culturais como o Real GrooveYard, o SITESE reforça o seu compromisso com a comunidade e com a promoção da cultura. A dinamização cultural, especialmente fora dos grandes centros urbanos, contribui para: fortalecer a vida cultural local estimular a economia criativa aproximar trabalhadores, artistas e comunidade 📍 Informações do evento 📅 Data: 2 de abril ⏰ Hora: 21h30 📍 Local: Centro Cultural de Lordelo – Vila Real 🎫 Entrada Gratuita O SITESE convida todos os interessados a participar nesta iniciativa cultural e a apoiar o talento emergente.

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RTP – CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA RTP PROPÕE CORTE SALARIAL 2026

Recebida a contraproposta da Administração no dia 18 de fevereiro, a primeira reunião de negociação coletiva discutida, na passada quarta-feira, trouxe uma proposta que traduz uma redução salarial e um ataque a direitos conquistados. Informamos, de forma clara e objetiva, o essencial do que foi apresentado pela Administração da RTP :•Aumento salarial:5€ por mês;• Fim da comparticipação da Empresa para o Seguro de Complemento de Reforma (cerca de 3% do vencimento);•Eliminação do subsídio de deslocação;• Aumento para 3€/mês na comparticipação do trabalhador para o plano Médis, sem melhoria de serviços;• Pagamento de 66€/ano por cada membro do agregado familiar para aceder ao plano Médis, nas mesmas condições do trabalhador. O que isto significa:A soma das medidas propostas transforma os 5€ anunciados num falso aumento: na prática, a maioria dos trabalhadores perde rendimento líquido, com impacto anual que se traduz em milhões de euros retirados aos salários. Acresce que a Administração propôs um aumento de 52€ para o nível 1 de desenvolvimento onde não existe quais quer trabalhadores da RTP. A Administração afirmou que “não está a diminuir os custos com pessoal, mas a olhar para os custos da Empresa”, e chegou a ponderar denunciar o Acordo de Empresa antes de apresentar a proposta. O presidente da RTP, Dr. Nicolau Santos , nesta reunião relembrou John Kennedy e parafraseou:“Está na altura de os sindicatos deixarem de perguntar o que a RTP pode fazer por eles, mas perguntarem o que os sindicatos podem fazer pela RTP.”Depois de 13 anos consecutivos de resultados positivos da empresa, mas também de 13 anos em que:• Durante seis anos os trabalhadores tiveram aumentos salariais zero;• Os subsídios de Natal e de férias foram retirados no período da troika e ficaram na empresa.• O trabalho extraordinário passou a valer metade;• Centenas de trabalhadores foram empurrados para falsos recibos verdes, sem direitos, nem estabilidade;• O salário médio da RTP perdeu quase 25% do seu valor relativo, face ao salário médio nacional;• Foram os trabalhadores os que sempre mais defenderam a Empresa e o Serviço Público. Àquela provocação os sindicatos respondem enaltecendo Vinicius de Moraes: “E foi assim que o operárioDo edifício em construçãoQue sempre dizia que simComeçou a dizer que não.” Os sindicatos rejeitaram, liminarmente, a proposta. Reafirmamos que os custos da empresa não podem ser suportados pelos trabalhadores. Cabe ao Conselho de Administração garantir gestão eficaz — auditar, monitorizar e implementar procedimentos corretos — e cabe ao Estado assegurar o financiamento do Serviço Público de Media, evitando a asfixia que conduz ao desmantelamento da empresa. Os sindicatos vão organizar um Plenário Geral de Trabalhadores para decidir as medidas de resposta. Daremos nota dos pormenores, oportunamente. A próxima reunião com o CA está agendada para dia 30 de março. Apelamos à participação ativa de todos, a defesa dos nossos direitos depende da presença e da voz coletiva. DOWNLOAD DO COMUNICADO

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LUSA – TRABALHADORES APRESENTAM PRÉ-AVISO DE GREVE CONTRA PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO

Os trabalhadores da Agência Lusa decidiram apresentar pré-aviso de greve parcial, após reunião em plenário realizada a 26 de fevereiro de 2026. A decisão surge em protesto contra a forma como o Governo tem conduzido o processo de reestruturação da empresa e a implementação de um novo modelo de governação, considerado pelos trabalhadores como pouco transparente e sem ter em conta a opinião de quem assegura diariamente o funcionamento da agência noticiosa. Preocupações com independência editorial Os trabalhadores manifestam preocupação com os riscos de influência política e de governamentalização introduzidos pelos novos estatutos. Na perspetiva dos profissionais da agência, estas alterações contrariam princípios fundamentais como: a independência editorial dos jornalistas, consagrada na Constituição da República Portuguesa; os princípios estabelecidos pelo Regulamento Europeu da Liberdade dos Meios de Comunicação Social. A independência da informação é um elemento essencial numa sociedade democrática e um pilar da credibilidade do jornalismo. Greve parcial no dia 12 de março Perante este cenário, os trabalhadores decidiram avançar com uma greve parcial de quatro horas, abrangendo todos os trabalhadores da Lusa. Data: 12 de março Horário: das 10h às 14h A paralisação pretende alertar para os riscos associados às alterações propostas e exigir um processo mais transparente e participativo. O SITESE acompanha os trabalhadores neste processo e reafirma a importância de preservar a independência da informação e o respeito pelos profissionais que garantem diariamente o funcionamento da agência. Onde há negociação coletiva, há progresso. Onde há SITESE, há defesa dos trabalhadores. DOWNLOAD DO PRÉ-AVISO

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SEGURANÇA PRIVADA – TRABALHADORES NÃO ESTÃO SOZINHOS

O SITESE denuncia mais uma situação grave de incumprimento no setor da segurança privada. Algumas empresas continuam a falhar na sua obrigação mais básica: pagar o salário aos trabalhadores dentro do prazo legal. Receber o salário até ao último dia útil de cada mês não é um capricho. É um direito consagrado no Contrato Coletivo de Trabalho e uma obrigação legal das empresas. Trabalhadores novamente sem salário As empresas PSG e COPS voltam a deixar trabalhadores e respetivas famílias numa situação de enorme incerteza. Não é a primeira vez que estas empresas falham no pagamento de salários. O mês de fevereiro é mais um exemplo de incumprimento, colocando trabalhadores numa situação de grande instabilidade. Quando o salário não é pago: as contas continuam a chegar as famílias continuam a depender desse rendimento a ansiedade e a insegurança aumentam Palavras bonitas não pagam contas. SITESE exige regularização imediata Desde o primeiro momento, o SITESE tem pressionado as empresas PSG e COPS para regularizarem os valores em dívida. O sindicato exige: pagamento imediato dos salários em atraso fim da instabilidade que afeta trabalhadores e famílias respeito pelos direitos previstos no Contrato Coletivo de Trabalho O SITESE continuará a agir até que a situação esteja totalmente regularizada. Trabalhadores podem ser chamados a agir Os trabalhadores conhecem a postura do SITESE: privilegiamos o diálogo construtivo, mas sabemos também endurecer as exigências quando necessário. Se a PSG e a COPS persistirem no incumprimento, os trabalhadores poderão ser chamados a fazer ouvir a sua voz junto destas empresas e junto do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. É fundamental que todos estejam preparados. Nenhum trabalhador está sozinho O SITESE continuará ao lado dos trabalhadores da segurança privada até que esta situação seja resolvida. DOWNLOAD DO COMUNICADO

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SETOR ELÉTRICO E ELETRÓNICO – ALCANÇADO ACORDO 2026

Foi alcançado o acordo de revisão da tabela salarial do Contrato Coletivo de Trabalho entre o SITESE e a Associação Portuguesa das Empresas do Setor Elétrico e Eletrónico, que entrará em vigor a partir de 1 de abril de 2026. Este entendimento constitui um passo importante no processo de negociação coletiva para o setor, estabelecendo bases concretas para a atualização de matérias remuneratórias e para o desenvolvimento de novas condições laborais. Atualizações salariais e prestações Entre os pontos já acordados destacam-se: Atualização da tabela salarial Prémio de antiguidade fixado em 42,81€ Subsídio de refeição atualizado para 8,50€ Estas alterações representam um reforço das condições remuneratórias dos trabalhadores do setor. Energia eólica em negociação No âmbito deste processo negocial ficou igualmente previsto o agendamento de uma nova reunião dedicada à negociação das condições específicas de prestação de trabalho no subsector da energia eólica. Este ponto assume particular relevância face ao crescimento das energias renováveis e à necessidade de enquadrar adequadamente as condições de trabalho neste segmento estratégico da economia. Onde há negociação coletiva, há progresso. Onde há SITESE, há defesa dos trabalhadores. DOWNLOAD DO COMUNICADO

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SITESE REÚNE COM GRUPOS PARLAMENTARES PARA PÔR FIM A “DESIGUALDADE INACEITÁVEL”

Lei n.º 26/2025 mantém trabalhadores da segurança privada desprotegidos O SITESE – Sindicato dos Trabalhadores do Setor de Serviços, tem desenvolvido no últimos anos um conjunto de iniciativas para promover os direitos dos Seguranças Privados, seja pelo conhecimento público das suas dificuldades seja na Negociação Coletiva ou intervindo junto dos decisores políticos procurando que a Lei se faça igual para todos os trabalhadores. Nas últimas semanas, o SITESE tem promovido reuniões com os Grupos Parlamentares na Assembleia da República com o objetivo de corrigir uma grave desigualdade que se mantém mesmo após a publicação da Lei n.º 26/2025, de 19 de março, que define como crime público as agressões a agentes de segurança pública, guardas prisionais, bombeiros, agentes de proteção civil ou trabalhadores das Escolas entre outros, mas não inclui os trabalhadores da segurança privada. “É incompreensível que, por exemplo, um segurança privado num hospital, que garante a segurança de utentes e profissionais de saúde e intervém em situações de violência, não tenha a mesma proteção jurídica em caso de agressão que outros profissionais em iguais circunstâncias”, defende José Filomeno, presidente da direção, após mais uma ronda de reuniões na Assembleia da República. José Filomeno considera que esta diferença de tratamento que afeta todos os profissionais da Segurança Privada viola princípios básicos de igualdade e justiça e foi precisamente essa a posição que transmitiu nas várias reuniões já realizadas. O SITESE sublinha que não é aceitável que um trabalhador da Segurança Privada seja mais exposto pela lei, em caso de agressão, do que outros agentes que desempenham funções igualmente relevantes para a segurança coletiva. Com a atual lei, uma mesma agressão, perpetrada nas mesmas circunstâncias, é crime público se o agredido for um bombeiro, mas, se a vítima for um trabalhador da Segurança Privada, a intervenção legal depende sempre de queixa do ofendido. Esta diferenciação viola princípios fundamentais de igualdade, justiça e valorização do trabalho, desconsiderando o papel essencial que a Segurança Privada desempenha como complemento, tal como diz a Lei, do sistema de segurança pública.Por tudo isto, o SITESE continua a sensibilizar os partidos com assento parlamentar para a necessidade premente de alteração do Código Penal, de forma a incluir explicitamente os trabalhadores da Segurança Privada sob o regime de crime público, garantindo-lhes a proteção jurídica adequada e o devido reconhecimento institucional. A resolução desta injustiça representaria um passo decisivo na valorização profissional e na dignificação dos trabalhadores deste setor, configurando uma medida de elevado alcance social, ainda que sem impacto de natureza pecuniária. O SITESE continuará a intervir junto das entidades políticas e institucionais até que seja implementada a igualdade e assegurada a proteção de milhares de trabalhadores que, todos os dias, se colocam em risco acrescido ao serviço de todos. Os dirigentes sindicais deixam claro, não aceitar que os trabalhadores da Segurança Privada continuem a ser tratados como profissionais de segunda linha, lembremos quando a sua intervenção permanente foi considerada incontornável durante a pandemia de COVID 19.O SITESE já reuniu com representantes dos grupos parlamentares do Partido Socialista, do Partido Comunista Português, do Chega e do Partido Social Democrata, mantendo-se empenhado no acompanhamento deste processo. O Sindicato acredita existir abertura política para corrigir uma situação que considera profundamente injusta para milhares de trabalhadores do setor.

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ALOJAMENTO – TABELA SALARIAL 2026

Foi publicada a revisão global do Contrato Coletivo de Trabalho celebrado entre o SITESE e a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), aplicável ao setor do alojamento. Num setor onde a disponibilidade é permanente e a exigência é elevada, esta revisão introduz alterações com impacto real nas condições de trabalho e na valorização dos profissionais. A revisão contempla: Aumento da tabela salarial para 2026 Atualização de cláusulas de expressão pecuniária   Descanso semanal reforçado  Uma das alterações mais relevantes prende-se com o direito a dois dias de descanso semanal consecutivos. Num setor tradicionalmente marcado por horários irregulares e trabalho contínuo, esta medida reforça a previsibilidade e o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Dia de aniversário com dispensa remunerada A revisão garante igualmente que o trabalhador: É dispensado no dia do seu aniversário, sem perda de remuneração. Num setor onde o tempo pessoal é frequentemente condicionado pelos horários de trabalho, esta medida representa um reconhecimento da dimensão humana do trabalhador. Crescimento do setor exige progresso laboral O setor do alojamento é um dos motores da economia portuguesa. Mas crescimento económico deve caminhar lado a lado com progresso nas condições de trabalho. A contratação coletiva permite transformar esse crescimento em melhorias concretas. Onde há negociação coletiva, há progresso. Onde há SITESE, há defesa dos trabalhadores. DOWNLOAD DA TABELA SALARIAL

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FACILITY SERVICES- TABELA SALARIAL 2026

Foi publicada a alteração da tabela salarial e das cláusulas de expressão pecuniária para 2026, no âmbito do Contrato Coletivo de Trabalho celebrado entre o SITESE e a Associação Portuguesa de Facility Services (APFS). Este CCT abrange um conjunto vasto de atividades essenciais ao funcionamento de empresas e instituições, nomeadamente: Higiene e limpeza em edifícios Limpeza de equipamentos industriais e outras instalações Pest control, desinfestação, desratização e similares Plantação e manutenção de jardins Serviços administrativos e de apoio às empresas (receção, atendimento telefónico, secretariado) O que contempla esta publicação? Atualização, entre outras, das cláusulas de expressão pecuniária, nomeadamente:  Melhoria da tabela salarial para 2026  Aumento do subsídio de alimentação Aumento do subsídio de risco nos hospitais Num setor muitas vezes invisível, mas absolutamente essencial ao funcionamento diário da economia, estas atualizações representam um pequeno reforço importante na valorização dos trabalhadores. Um setor essencial — frequentemente invisível São estes profissionais que asseguram: A limpeza e higienização de hospitais, escolas, empresas e edifícios públicos A segurança sanitária através de serviços de desinfestação A manutenção de espaços verdes O funcionamento administrativo de inúmeras organizações Sem estes trabalhadores, as estruturas simplesmente não funcionam. Valorizar este setor é reconhecer o seu papel estratégico na saúde pública, na organização empresarial e no bem-estar coletivo. Num setor caracterizado por forte concorrência empresarial e pressão contratual, a contratação coletiva garante estabilidade, regras uniformes e proteção dos trabalhadores,. A organização coletiva continua a ser o instrumento mais eficaz para assegurar progresso real. Onde há negociação coletiva, há progresso. Onde há SITESE, há defesa dos trabalhadores. DOWNLOAD DA TABELA SALARIAL

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RESTAURAÇÃO E BEBIDAS – TABELA SALARIAL 2026

O setor da restauração e bebidas é um dos mais exigentes do país. Horários prolongados, trabalho ao fim de semana, pressão constante, contacto direto com o público e uma intensidade diária que poucos setores conhecem. Foi neste contexto que foi publicada a revisão global do Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) celebrado entre o SITESE e a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), aplicável ao setor da restauração e bebidas. Mais do que uma atualização técnica, esta revisão representa um conjunto de mudanças com impacto real na vida dos trabalhadores. Um sinal de reconhecimento: o dia de aniversário Entre as alterações introduzidas, destaca-se uma medida com forte simbolismo: dispensa sem perda de retribuição no dia de aniversário do trabalhador. Num setor onde o tempo pessoal é frequentemente sacrificado, esta medida assume um valor que vai além do salário — é um sinal de reconhecimento da pessoa para além da função. Valorização salarial e atualização de prestações A revisão contempla igualmente: Aumento da tabela salarial Atualização do abono de falhas Atualização do prémio de línguas Atualização do subsídio de transporte Revisão de outras cláusulas contratuais relevantes Num setor onde o contacto com clientes internacionais é frequente, onde o trabalho em caixa envolve responsabilidade acrescida e onde os custos de deslocação são uma realidade diária, estas atualizações têm impacto concreto no rendimento mensal. Um setor que cresce — e que exige equilíbrio A restauração é uma atividade estratégica para a economia nacional e para o turismo. Mas o crescimento do setor tem de ser acompanhado por condições de trabalho equilibradas e justas. A contratação coletiva é precisamente o mecanismo que permite transformar crescimento económico em progresso laboral. Sem negociação, as condições estagnam. Com negociação, há evolução estruturada. Organização coletiva é futuro Esta revisão global demonstra que a organização sindical continua a ser determinante para atualizar direitos, adaptar cláusulas à realidade atual e reforçar a proteção dos trabalhadores. Num setor onde a disponibilidade é constante, é fundamental que existam regras claras, direitos definidos e acompanhamento efetivo. Onde há negociação coletiva, há progresso. Onde há SITESE, há defesa dos trabalhadores. DOWNLOAD DA TABELA SALARIAL

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COMÉRCIO A RETALHO DE PRODUTOS ALIMENTARES – TABELA SALARIAL 2026

Foi publicada a nova tabela salarial do Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) celebrado entre o SITESE e a Associação dos Distribuidores de Produtos Alimentares (ADIPA), aplicável ao setor retalhista de comércio de produtos alimentares. Este CCT abrange a atividade retalhista de comércio de produtos alimentares, designadamente: Bebidas Frutos e produtos hortícolas Comércio alimentar a retalho O que muda com esta publicação? Esta nova publicação do CCT contempla: Aumento da tabela salarial Aumento do subsídio de alimentação Atualização do subsídio de turno Atualização do subsídio de domingo Estas alterações representam uma valorização concreta dos trabalhadores do setor retalhista alimentar, que diariamente asseguram o funcionamento do comércio essencial. Um setor exigente que merece valorização O comércio retalhista alimentar caracteriza-se por: Horários alargados Trabalho ao fim de semana Trabalho por turnos Forte contacto com o público A atualização dos valores salariais e dos subsídios reconhece essa realidade e reforça a importância da negociação coletiva. Onde há negociação coletiva, há progresso. Onde há SITESE, há defesa dos trabalhadores. DOWNLOAD DA TABELA SALARIAL

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