Author name: Marta Soares

SEGURANÇA PRIVADA: A IMPORTÂNCIA DA UNIÃO DOS TRABALHADORES NUM SETOR POUCO SINDICALIZADO

O setor da segurança privada desempenha um papel essencial na proteção de pessoas, bens e infraestruturas, garantindo a segurança em espaços públicos e privados. No entanto, apesar da sua importância, os trabalhadores da segurança privada continuam a enfrentar baixos salários, horários exigentes e condições de trabalho difíceis. Um dos principais desafios do setor é a falta de união entre os trabalhadores e o reduzido número de profissionais sindicalizados. Esta desunião tem graves consequências, dificultando a luta por melhores condições e permitindo que muitas empresas explorem os trabalhadores sem resistência. O SITESE, Sindicato dos Trabalhadores do Setor de Serviços, alerta para a necessidade urgente de fortalecer a organização dos trabalhadores da segurança privada, garantindo que os seus direitos são respeitados e que a profissão é valorizada. A Realidade do Setor da Segurança Privada  Os vigilantes e profissionais da segurança privada são responsáveis por garantir a ordem e prevenir riscos em hospitais, centros comerciais, transportes públicos, eventos, fábricas e muitas outras áreas essenciais. No entanto, continuam a enfrentar: Salários baixos, muitas vezes perto do salário mínimo nacional, apesar da exigência e responsabilidade da profissão. Horários desgastantes e turnos prolongados, incluindo noites, fins de semana e feriados, sem a devida compensação. Falta de reconhecimento e valorização, sendo frequentemente tratados como “trabalhadores invisíveis” nas empresas onde prestam serviço. Condições precárias, com falta de apoio, formação e equipamentos adequados para garantir a sua própria segurança. Estes problemas persistem porque o setor é altamente desorganizado e poucos trabalhadores estão sindicalizados, o que dificulta a negociação de melhores condições.  As Consequências da Desunião entre os Trabalhadores  A falta de união entre os trabalhadores da segurança privada tem consequências diretas na qualidade de vida profissional e na defesa dos direitos da classe. Entre os principais problemas causados por esta desorganização, destacam-se: Falta de Força na Negociação de Salários e Direitos – Sem um número significativo de trabalhadores sindicalizados, o poder de negociação coletiva fica reduzido. As empresas aproveitam essa fragilidade para impor salários baixos, más condições de trabalho e falta de benefícios. Falta de Proteção Contra Exploração e Abusos – Com pouca organização sindical, os trabalhadores ficam mais vulneráveis a abusos laborais, como o não pagamento de horas extra, contratos precários e desrespeito pelas folgas obrigatórias. Dificuldade em Melhorar as Condições de Trabalho – Se os trabalhadores não se organizam, as empresas não sentem pressão para melhorar salários, horários e condições gerais de trabalho. O medo de represálias impede muitos trabalhadores de reivindicar os seus direitos. Desvalorização da Profissão – A segurança privada continua a ser vista como um setor de trabalho pouco qualificado, sem o reconhecimento social e profissional que merece. A falta de um movimento sindical forte contribui para esta perceção, dificultando a valorização da carreira. REPRESENTAÇÃO JURÍDICA GRATUITA EM TRIBUNAL PROTOCOLOS DE DESCONTOS APOIO JURÍDICO ESPECIALIZADO GRATUITO FORMAÇÃO PROFISSIONAL CONTRATAÇÃO COLETIVA SIGILO E CONFIDENCIALIDADE BENEFÍCIOS FISCAIS PROTEÇÃO E SEGURANÇA Porque é Importante a Sindicalização no Setor da Segurança Privada?  A única forma de combater a exploração e melhorar as condições de trabalho na segurança privada é através da união dos trabalhadores e da sindicalização ativa. Um sindicato forte pode: Negociar aumentos salariais e melhores condições laborais através da contratação coletiva. Denunciar abusos e ilegalidades, garantindo proteção aos trabalhadores. Lutar por horários mais justos e regulamentação do setor, evitando turnos excessivos e exploratórios. Defender a valorização da profissão, exigindo respeito e reconhecimento pelo trabalho dos vigilantes. A desunião dos trabalhadores da segurança privada só beneficia as empresas, que continuam a explorar a categoria sem resistência. A mudança só será possível se mais trabalhadores se juntarem ao Sindicato e lutarem pelos seus direitos. Porque é Importante Sindicalizar-se: Se trabalha no setor da segurança privada, não fique isolado! Junte-se ao SITESE e fortaleça a luta por um setor mais justo, digno e respeitado. Unidos, podemos conquistar melhores condições para todos! SINDICALIZE-SE AGORA

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COMÉRCIO POR GROSSO – TABELA SALARIAL 2025

Foi publicado o Contrato Coletivo de Trabalho entre o SITESE e a ADIPA, Associação dos Distribuidores de Produtos Alimentares, para o setor do comércio por grosso. A tabela salarial entra em vigor a 1 de janeiro de 2025  para os associados do SITESE, filiados. Faça download da tabela salarial em baixo. Para qualquer questão não hesite em contatar-nos. DOWNLOAD DA TABELA SALARIAL

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CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO – RETRIBUIÇÃO DO TRABALHO SUPLEMENTAR

Atenção aos trabalhadores de Contabilidade e Administração: Os trabalhadores abrangidos pelo Contrato Coletivo de Trabalho entre o SITESE e APECA, Associação Portuguesa das Empresas de Contabilidade e Administração, que prestem trabalho suplementar, tem direito a remuneração especial, a qual será acrescida das seguintes percentagens: 100%, se o trabalho for diurno; 150%, se o trabalho for noturno; 150%, se o trabalho for prestado em dias de descanso semanal, descanso complementar ou em feriados. Considera-se trabalho noturno o prestado entre as 20 horas e as 7 horas Para qualquer dúvida não hesite em contactar-nos. Inscreva-se no SITESE e beneficie de todas as vantagens ao ser nosso associado. A informação apresentada é válida na data da sua publicação e pode estar sujeita a alterações futuras sem aviso prévio.

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INDÚSTRIA QUÍMICA: CONDIÇÕES DIGNAS E PROTEÇÃO LABORAL PARA UM SETOR ESSENCIAL

A Indústria Química é uma das mais importantes e estratégicas para a economia portuguesa, produzindo desde fertilizantes e medicamentos até produtos de limpeza e materiais plásticos. Este setor é essencial para inúmeras outras áreas industriais e para a vida quotidiana. Por detrás da produção de bens tão fundamentais, estão trabalhadores que enfrentam condições desafiantes, com exposição a riscos químicos, exigências técnicas elevadas e, em muitos casos, insuficientes garantias de proteção laboral. A luta por condições dignas é, portanto, essencial para assegurar a saúde, a segurança e a valorização destes profissionais. A Relevância da Indústria Química A Indústria Química é um motor da economia nacional e global, desempenhando um papel essencial em: Produção de Bens Essenciais: Produtos que vão desde fertilizantes agrícolas até medicamentos que salvam vidas. Sustentação de Outras Indústrias: A química fornece materiais essenciais para setores como construção, tecnologia e energia. Inovação e Desenvolvimento: Este setor é um dos mais avançados tecnologicamente, impulsionando soluções sustentáveis e novas descobertas. Apesar da sua importância, a valorização dos trabalhadores não tem acompanhado o crescimento do setor, deixando desafios críticos por resolver.  Desafios Enfrentados pelos Trabalhadores da Indústria Química Os trabalhadores da indústria química lidam diariamente com um conjunto de problemas específicos, incluindo: Exposição a Substâncias Perigosas: A manipulação de químicos pode causar riscos à saúde, como doenças respiratórias e problemas de pele, se não houver equipamentos de proteção adequados. Condições de Trabalho Exigentes: Turnos prolongados, ambientes de alta pressão e tarefas tecnicamente exigentes são comuns. Precariedade Laboral: Muitos profissionais trabalham sob contratos temporários, com pouca estabilidade e segurança no emprego. Formação Insuficiente: Nem sempre são oferecidas formações adequadas para lidar com os avanços tecnológicos e com novas substâncias. Falta de Valorização Profissional: Apesar do conhecimento técnico necessário, muitos trabalhadores sentem que as suas competências não são devidamente reconhecidas ou remuneradas. Ações do Sindicato para Proteger os Trabalhadores O SITESE, Sindicato dos Trabalhadores do Setor de Serviços, tem um papel vital na defesa dos direitos dos profissionais da indústria química, através de iniciativas como: Garantia de Condições Seguras: Exigimos que todas as empresas do setor respeitem rigorosamente as normas de segurança e saúde no trabalho, disponibilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) necessários. Negociação de Contratos Coletivos: Trabalhamos para que os trabalhadores tenham salários justos, horários adequados e condições que respeitem a sua dignidade. Formação Contínua: Defendemos o acesso à formação técnica para que os trabalhadores estejam preparados para lidar com novas tecnologias e materiais. Combate à Precariedade: Lutamos pela promoção de contratos permanentes e pela valorização das funções técnicas desempenhadas pelos profissionais. Fiscalização de Abusos: Garantimos que os direitos laborais são respeitados, intervindo em casos de irregularidades ou conflitos laborais. REPRESENTAÇÃO JURÍDICA GRATUITA EM TRIBUNAL PROTOCOLOS DE DESCONTOS APOIO JURÍDICO ESPECIALIZADO GRATUITO FORMAÇÃO PROFISSIONAL CONTRATAÇÃO COLETIVA SIGILO E CONFIDENCIALIDADE BENEFÍCIOS FISCAIS PROTEÇÃO E SEGURANÇA O Futuro da Indústria Química A indústria química está em constante transformação, com avanços tecnológicos e uma crescente aposta na sustentabilidade. A transição para processos mais verdes e inovadores é uma oportunidade para o setor, mas também representa desafios. Os trabalhadores devem estar no centro desta mudança, com formação e proteção adequadas para acompanhar as novas exigências. Apenas com a valorização e proteção dos profissionais é possível garantir um futuro sustentável e justo para a indústria química. Porque é Importante Sindicalizar-se: Se trabalha na indústria química, a sua voz é essencial para garantir um setor mais seguro, justo e digno. O SITESE está aqui para o representar e apoiar na defesa dos seus direitos. SINDICALIZE-SE AGORA

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MAIS SINDICATO – PASSAGEM DO PROCESSO À FASE DE CONCILIAÇÃO

O SITESE, no final do ano passado, enviou ao Mais Sindicato uma proposta de revisão do Acordo de Empresa. Para além da revisão salarial, o SITESE também propôs uma revisão de todo o clausulado. Até ao momento, não recebemos qualquer contraproposta por parte do Mais Sindicato. DOWNLOAD DO COMUNICADO

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COMÉRCIO A RETALHO DE PRODUTOS ALIMENTARES – TABELA SALARIAL 2025

Foi publicado o Contrato Coletivo de Trabalho entre o SITESE e a ADIPA, Associação dos Distribuidores de Produtos Alimentares, para o setor de comércio a retalho de produtos alimentares. A tabela salarial entra em vigor a 1 de janeiro de 2025  para os associados do SITESE, filiados. Faça download da tabela salarial em baixo. Para qualquer questão não hesite em contatar-nos. DOWNLOAD DA TABELA SALARIAL

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ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA – ASSINADO ACORDO COM O GOVERNO

Na sequência do protocolo negocial celebrado em 15 de novembro de 2024, a FESAP, Federação de Sindicatos da Administração Pública e Entidades com Fins Públicos (a qual o SITESE integra) e o Governo assinaram, no passado dia 14 de fevereiro, um acordo que estabelece a atribuição de um suplemento por risco, penosidade e insalubridade para os trabalhadores da carreira especial de inspeção das pescas. O novo suplemento está divido em duas componentes, a fixa e a variável, conheça todos os termos no comunicado conjunto. DOWNLOAD DO COMUNICADO CONJUNTO

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MISERICÓRDIAS – PERÍODO NORMAL DE TRABALHO SEMANAL

Atenção aos trabalhadores das Misericórdias: Os limites máximos dos períodos normais de trabalho semanais dos trabalhadores abrangidos pelo Contrato Coletivo de Trabalho entre o SITESE e a UMP, União das Misericórdias Portuguesas, são: 35 horas para trabalhadores dos seguintes grupos profissionais: médicos, psicólogos e sociólogos, enfermeiros, técnicos de diagnóstico e terapêutica, trabalhadores com funções técnicas e assistentes sociais; 37 horas para trabalhadores dos seguintes grupos profissionais: trabalhadores administrativos, de reabilitação e emprego protegido, trabalhadores de apoio, trabalhadores sociais, auxiliares de educação e prefeitos; 39 horas para os restantes trabalhadores. O período normal de trabalho semanal do ajudante de ação educativa, do ajudante de lar e centro de dia, do ajudante familiar domiciliário, do auxiliar de ação médica, dos trabalhadores com funções de chefia dos serviços gerais e do trabalhador de serviços gerais é de 40 horas e confere o direito a ser remunerado nos termos das remunerações mínimas constantes da tabela B do anexo V Para qualquer dúvida não hesite em contactar-nos. Inscreva-se no SITESE e beneficie de todas as vantagens ao ser nosso associado. A informação apresentada é válida na data da sua publicação e pode estar sujeita a alterações futuras sem aviso prévio.

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ALBERTO OCULISTA – NOVAS CONDIÇÕES DO PROTOCOLO

No âmbito da nossa parceria  a Alberto Oculista  prolonga a oferta 50% Desconto em óculos graduados, até 31 Dezembro 2025! Consulte o protocolo de descontos aqui. Para qualquer dúvida não hesite em contactar-nos. Inscreva-se no SITESE e beneficie de todas as vantagens ao ser nosso associado.

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