segurança privada

SEGURANÇA PRIVADA – TRABALHADORES NÃO ESTÃO SOZINHOS

O SITESE denuncia mais uma situação grave de incumprimento no setor da segurança privada. Algumas empresas continuam a falhar na sua obrigação mais básica: pagar o salário aos trabalhadores dentro do prazo legal. Receber o salário até ao último dia útil de cada mês não é um capricho. É um direito consagrado no Contrato Coletivo de Trabalho e uma obrigação legal das empresas. Trabalhadores novamente sem salário As empresas PSG e COPS voltam a deixar trabalhadores e respetivas famílias numa situação de enorme incerteza. Não é a primeira vez que estas empresas falham no pagamento de salários. O mês de fevereiro é mais um exemplo de incumprimento, colocando trabalhadores numa situação de grande instabilidade. Quando o salário não é pago: as contas continuam a chegar as famílias continuam a depender desse rendimento a ansiedade e a insegurança aumentam Palavras bonitas não pagam contas. SITESE exige regularização imediata Desde o primeiro momento, o SITESE tem pressionado as empresas PSG e COPS para regularizarem os valores em dívida. O sindicato exige: pagamento imediato dos salários em atraso fim da instabilidade que afeta trabalhadores e famílias respeito pelos direitos previstos no Contrato Coletivo de Trabalho O SITESE continuará a agir até que a situação esteja totalmente regularizada. Trabalhadores podem ser chamados a agir Os trabalhadores conhecem a postura do SITESE: privilegiamos o diálogo construtivo, mas sabemos também endurecer as exigências quando necessário. Se a PSG e a COPS persistirem no incumprimento, os trabalhadores poderão ser chamados a fazer ouvir a sua voz junto destas empresas e junto do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. É fundamental que todos estejam preparados. Nenhum trabalhador está sozinho O SITESE continuará ao lado dos trabalhadores da segurança privada até que esta situação seja resolvida. DOWNLOAD DO COMUNICADO

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SITESE REÚNE COM GRUPOS PARLAMENTARES PARA PÔR FIM A “DESIGUALDADE INACEITÁVEL”

Lei n.º 26/2025 mantém trabalhadores da segurança privada desprotegidos O SITESE – Sindicato dos Trabalhadores do Setor de Serviços, tem desenvolvido no últimos anos um conjunto de iniciativas para promover os direitos dos Seguranças Privados, seja pelo conhecimento público das suas dificuldades seja na Negociação Coletiva ou intervindo junto dos decisores políticos procurando que a Lei se faça igual para todos os trabalhadores. Nas últimas semanas, o SITESE tem promovido reuniões com os Grupos Parlamentares na Assembleia da República com o objetivo de corrigir uma grave desigualdade que se mantém mesmo após a publicação da Lei n.º 26/2025, de 19 de março, que define como crime público as agressões a agentes de segurança pública, guardas prisionais, bombeiros, agentes de proteção civil ou trabalhadores das Escolas entre outros, mas não inclui os trabalhadores da segurança privada. “É incompreensível que, por exemplo, um segurança privado num hospital, que garante a segurança de utentes e profissionais de saúde e intervém em situações de violência, não tenha a mesma proteção jurídica em caso de agressão que outros profissionais em iguais circunstâncias”, defende José Filomeno, presidente da direção, após mais uma ronda de reuniões na Assembleia da República. José Filomeno considera que esta diferença de tratamento que afeta todos os profissionais da Segurança Privada viola princípios básicos de igualdade e justiça e foi precisamente essa a posição que transmitiu nas várias reuniões já realizadas. O SITESE sublinha que não é aceitável que um trabalhador da Segurança Privada seja mais exposto pela lei, em caso de agressão, do que outros agentes que desempenham funções igualmente relevantes para a segurança coletiva. Com a atual lei, uma mesma agressão, perpetrada nas mesmas circunstâncias, é crime público se o agredido for um bombeiro, mas, se a vítima for um trabalhador da Segurança Privada, a intervenção legal depende sempre de queixa do ofendido. Esta diferenciação viola princípios fundamentais de igualdade, justiça e valorização do trabalho, desconsiderando o papel essencial que a Segurança Privada desempenha como complemento, tal como diz a Lei, do sistema de segurança pública.Por tudo isto, o SITESE continua a sensibilizar os partidos com assento parlamentar para a necessidade premente de alteração do Código Penal, de forma a incluir explicitamente os trabalhadores da Segurança Privada sob o regime de crime público, garantindo-lhes a proteção jurídica adequada e o devido reconhecimento institucional. A resolução desta injustiça representaria um passo decisivo na valorização profissional e na dignificação dos trabalhadores deste setor, configurando uma medida de elevado alcance social, ainda que sem impacto de natureza pecuniária. O SITESE continuará a intervir junto das entidades políticas e institucionais até que seja implementada a igualdade e assegurada a proteção de milhares de trabalhadores que, todos os dias, se colocam em risco acrescido ao serviço de todos. Os dirigentes sindicais deixam claro, não aceitar que os trabalhadores da Segurança Privada continuem a ser tratados como profissionais de segunda linha, lembremos quando a sua intervenção permanente foi considerada incontornável durante a pandemia de COVID 19.O SITESE já reuniu com representantes dos grupos parlamentares do Partido Socialista, do Partido Comunista Português, do Chega e do Partido Social Democrata, mantendo-se empenhado no acompanhamento deste processo. O Sindicato acredita existir abertura política para corrigir uma situação que considera profundamente injusta para milhares de trabalhadores do setor.

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AUCHAN – FUNÇÕES DOS VIGILANTES

O SITESE – Sindicato dos Trabalhadores do Setor de Serviços vem pelo presente informar que, na sequência das situações que nos foram reportadas relativamente à solicitação para que os Vigilantes intervenham na máquina de fotografias existente no Auchan, foi remetido um ofício aos Recursos Humanos da empresa, esclarecendo formalmente que os vigilantes não têm qualquer obrigação de operar, manusear ou resolver problemas técnicos relacionados com aquela máquina. Recordamos que tais funções não se enquadram no conteúdo funcional da categoria profissional de Vigilante, encontrando-se fora do âmbito das suas responsabilidades legais e contratuais Para qualquer questão não hesite em contatar-nos. DOWNLOAD DO COMUNICADO

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SEGURANÇA PRIVADA – FARDAMENTO

Atenção aos trabalhadores da Segurança Privada: Os trabalhadores abrangidos pelo Contrato Coletivo de Trabalho entre o SITESE e a AES, Associação de Empresas de Segurança, que em serviço usem fardamento de acordo com as determinações internas das empresas, têm direito ao mesmo, sendo obrigação da entidade empregadora suportar e fornecer gratuitamente o fardamento. É expressamente proibido exigir ao trabalhador qualquer pagamento, bem como qualquer espécie de caução por conta do fardamento. É dever do trabalhador, usar com zelo o fardamento, de modo a cuidar dele e mantê-lo, tanto quanto possível, em bom estado de conservação. A escolha do tecido e corte do fardamento deverá ter em conta as condições climáticas do local de trabalho, as funções a desempenhar por quem enverga o fardamento e o período do ano. No momento de desvinculação ou da cessação do vínculo laboral, o trabalhador fica obrigado à devolução dos artigos do fardamento, ou a indemnizar a entidade empregadora pelo respetivo valor, se não o fizer, ressalvada a normal deterioração provocada pela utilização no exercício das suas funções. Para qualquer dúvida não hesite em contactar-nos. Inscreva-se no SITESE e beneficie de todas as vantagens ao ser nosso associado. A informação apresentada é válida para os associados do SITESE na data da sua publicação e pode estar sujeita a alterações futuras sem aviso prévio.

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CONFERÊNCIAS DE PRIMAVERA -AS CONCLUSÕES

Com o objetivo de aprofundar a discussão sobre os desafios e os riscos emergentes no setor da Segurança Privada, o SITESE realizou no passado dia 21 de abril a Conferência de Primavera, intitulada, “O Risco Acrescido na Segurança Privada: a indiferença de muitos, o prejuízo de todos.” A conferência contou com a presença de especialistas e profissionais de renome, que abordaram questões críticas relacionadas com a Segurança Privada. Decorrido algum tempo desde as intervenções realizadas é possível refletir com mais clareza sobre os temas abordados e partilhar algumas conclusões relevantes. DOWNLOAD DO COMUNICADO

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SEGURANÇA PRIVADA – PUBLICADA A PORTARIA DE EXTENSÃO

Foi publicada a Portaria de Extensão do Contrato Coletivo de Trabalho entre o SITESE e a AES, Associação de Empresas de Segurança. Relembramos que a tabela salarial entrou em vigor para os associados do SITESE, filiados, a 1 de janeiro de 2025. Com esta publicação, a tabela salarial entra em vigor para todos os trabalhadores do setor com retroatividade a partir de fevereiro de 2025. Consulte a tabela salarial aqui. Para qualquer dúvida não hesite em contactar-nos. Inscreva-se no SITESE e beneficie de todas as vantagens ao ser nosso associado.

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CONFERÊNCIAS DE PRIMAVERA – PROGRAMA DISPONÍVEL

O SITESE tem o prazer de anunciar a divulgação do programa da próxima Conferência de Primavera, intitulada, “O Risco Acrescido na Segurança Privada: a indiferença de muitos, o prejuízo de todos.” Este evento, que visa aprofundar a discussão sobre os desafios e os riscos emergentes no setor da Segurança Privada, será realizado no dia 21 de abril, às 14h, no Auditório do Citeforma, em Lisboa. A conferência contará com a presença de especialistas e profissionais de renome, que abordarão questões críticas relacionadas com a Segurança Privada. Convidamos todos os nossos associados e todos os interessados a consultarem o programa completo e a juntarem-se a nós neste importante encontro, que promete contribuir para uma reflexão profunda e construtiva sobre o futuro da segurança privada em Portugal. Contamos com a sua presença! DOWNLOAD DO PROGRAMA INSCRIÇÃO

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CONFERÊNCIAS DE PRIMAVERA

No próximo dia 21 de abril, pelas 14h00, no Auditório do CITEFORMA, sito na Av. Marques de Tomar, 91, Lisboa, realiza-se a 1ª edição das Conferências de Primavera do SITESE, um evento de reflexão e debate sobre os desafios enfrentados pelos profissionais de diferentes setores. Este ano, o tema em destaque é: “O risco acrescido na segurança privada: a indiferença de muitos, o prejuízo de todos” A Segurança Privada desempenha um papel fundamental na proteção de pessoas e de bens, mas os riscos e desafios enfrentados pelos profissionais do setor nem sempre são devidamente reconhecidos. A indiferença perante estas dificuldades resulta em prejuízos não só para os trabalhadores, mas para toda a sociedade. As Conferências de Primavera têm como objetivo trazer luz sobre estas questões e promover um diálogo construtivo entre trabalhadores, empregadores, legisladores e a sociedade em geral. Apenas através do diálogo social podemos encontrar soluções eficazes e justas. Porque deve participar? Para conhecer os principais desafios e riscos do setor da Segurança Privada; Para debater e contribuir com ideias para melhorar as condições de trabalho; Para participar ativamente na construção de soluções que beneficiem toda a sociedade. Garanta já a sua presença!  A sua voz é essencial para fazer a diferença! Junte-se a nós no dia 21 de abril e participe neste debate essencial para o futuro da Segurança Privada.

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SEGURANÇA PRIVADA: A IMPORTÂNCIA DA UNIÃO DOS TRABALHADORES NUM SETOR POUCO SINDICALIZADO

O setor da segurança privada desempenha um papel essencial na proteção de pessoas, bens e infraestruturas, garantindo a segurança em espaços públicos e privados. No entanto, apesar da sua importância, os trabalhadores da segurança privada continuam a enfrentar baixos salários, horários exigentes e condições de trabalho difíceis. Um dos principais desafios do setor é a falta de união entre os trabalhadores e o reduzido número de profissionais sindicalizados. Esta desunião tem graves consequências, dificultando a luta por melhores condições e permitindo que muitas empresas explorem os trabalhadores sem resistência. O SITESE, Sindicato dos Trabalhadores do Setor de Serviços, alerta para a necessidade urgente de fortalecer a organização dos trabalhadores da segurança privada, garantindo que os seus direitos são respeitados e que a profissão é valorizada. A Realidade do Setor da Segurança Privada  Os vigilantes e profissionais da segurança privada são responsáveis por garantir a ordem e prevenir riscos em hospitais, centros comerciais, transportes públicos, eventos, fábricas e muitas outras áreas essenciais. No entanto, continuam a enfrentar: Salários baixos, muitas vezes perto do salário mínimo nacional, apesar da exigência e responsabilidade da profissão. Horários desgastantes e turnos prolongados, incluindo noites, fins de semana e feriados, sem a devida compensação. Falta de reconhecimento e valorização, sendo frequentemente tratados como “trabalhadores invisíveis” nas empresas onde prestam serviço. Condições precárias, com falta de apoio, formação e equipamentos adequados para garantir a sua própria segurança. Estes problemas persistem porque o setor é altamente desorganizado e poucos trabalhadores estão sindicalizados, o que dificulta a negociação de melhores condições.  As Consequências da Desunião entre os Trabalhadores  A falta de união entre os trabalhadores da segurança privada tem consequências diretas na qualidade de vida profissional e na defesa dos direitos da classe. Entre os principais problemas causados por esta desorganização, destacam-se: Falta de Força na Negociação de Salários e Direitos – Sem um número significativo de trabalhadores sindicalizados, o poder de negociação coletiva fica reduzido. As empresas aproveitam essa fragilidade para impor salários baixos, más condições de trabalho e falta de benefícios. Falta de Proteção Contra Exploração e Abusos – Com pouca organização sindical, os trabalhadores ficam mais vulneráveis a abusos laborais, como o não pagamento de horas extra, contratos precários e desrespeito pelas folgas obrigatórias. Dificuldade em Melhorar as Condições de Trabalho – Se os trabalhadores não se organizam, as empresas não sentem pressão para melhorar salários, horários e condições gerais de trabalho. O medo de represálias impede muitos trabalhadores de reivindicar os seus direitos. Desvalorização da Profissão – A segurança privada continua a ser vista como um setor de trabalho pouco qualificado, sem o reconhecimento social e profissional que merece. A falta de um movimento sindical forte contribui para esta perceção, dificultando a valorização da carreira. REPRESENTAÇÃO JURÍDICA GRATUITA EM TRIBUNAL PROTOCOLOS DE DESCONTOS APOIO JURÍDICO ESPECIALIZADO GRATUITO FORMAÇÃO PROFISSIONAL CONTRATAÇÃO COLETIVA SIGILO E CONFIDENCIALIDADE BENEFÍCIOS FISCAIS PROTEÇÃO E SEGURANÇA Porque é Importante a Sindicalização no Setor da Segurança Privada?  A única forma de combater a exploração e melhorar as condições de trabalho na segurança privada é através da união dos trabalhadores e da sindicalização ativa. Um sindicato forte pode: Negociar aumentos salariais e melhores condições laborais através da contratação coletiva. Denunciar abusos e ilegalidades, garantindo proteção aos trabalhadores. Lutar por horários mais justos e regulamentação do setor, evitando turnos excessivos e exploratórios. Defender a valorização da profissão, exigindo respeito e reconhecimento pelo trabalho dos vigilantes. A desunião dos trabalhadores da segurança privada só beneficia as empresas, que continuam a explorar a categoria sem resistência. A mudança só será possível se mais trabalhadores se juntarem ao Sindicato e lutarem pelos seus direitos. Porque é Importante Sindicalizar-se: Se trabalha no setor da segurança privada, não fique isolado! Junte-se ao SITESE e fortaleça a luta por um setor mais justo, digno e respeitado. Unidos, podemos conquistar melhores condições para todos! SINDICALIZE-SE AGORA

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