SEGURANÇA PRIVADA – TRABALHADORES NÃO ESTÃO SOZINHOS

O SITESE denuncia mais uma situação grave de incumprimento no setor da segurança privada.

Algumas empresas continuam a falhar na sua obrigação mais básica: pagar o salário aos trabalhadores dentro do prazo legal.

Receber o salário até ao último dia útil de cada mês não é um capricho.

É um direito consagrado no Contrato Coletivo de Trabalho e uma obrigação legal das empresas.

Trabalhadores novamente sem salário

As empresas PSG e COPS voltam a deixar trabalhadores e respetivas famílias numa situação de enorme incerteza.

Não é a primeira vez que estas empresas falham no pagamento de salários.

O mês de fevereiro é mais um exemplo de incumprimento, colocando trabalhadores numa situação de grande instabilidade.

Quando o salário não é pago:

  • as contas continuam a chegar
  • as famílias continuam a depender desse rendimento
  • a ansiedade e a insegurança aumentam

Palavras bonitas não pagam contas.

SITESE exige regularização imediata

Desde o primeiro momento, o SITESE tem pressionado as empresas PSG e COPS para regularizarem os valores em dívida.

O sindicato exige:

  • pagamento imediato dos salários em atraso
  • fim da instabilidade que afeta trabalhadores e famílias
  • respeito pelos direitos previstos no Contrato Coletivo de Trabalho

O SITESE continuará a agir até que a situação esteja totalmente regularizada.

Trabalhadores podem ser chamados a agir

Os trabalhadores conhecem a postura do SITESE: privilegiamos o diálogo construtivo, mas sabemos também endurecer as exigências quando necessário.

Se a PSG e a COPS persistirem no incumprimento, os trabalhadores poderão ser chamados a fazer ouvir a sua voz junto destas empresas e junto do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

É fundamental que todos estejam preparados.

Nenhum trabalhador está sozinho

O SITESE continuará ao lado dos trabalhadores da segurança privada até que esta situação seja resolvida.

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